segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Avaliação do Projeto de Leitura 2015/RELATÓRIO



Avaliação do “Projeto: Ler e Escrever: Instrumentos de Cidadania II”

Este Projeto foi avaliado pelas professoras do Ensino Fundamental I (2º ao 5º ano – 5 TURMAS), pelos alunos do Ensino Médio, Magistério e Secretariado/10 TURMAS conforme documentos anexos e obteve bons resultados inclusive no IDE/PB 2015 (dados recebido da SEE/PB em anexo) e, abaixo relacionados:

1.      O Projeto foi trabalhado com a metodologia do texto musical.  Registre a importância deste trabalho para a melhoria da aprendizagem da leitura e da escrita;

- A metologologia do texto musical em sala de aula foi muito importante porque facilitou de maneira prazerosa e eficiente de se trabalhar a leitura, a escrita, a interpretação e a produção de textos; Sendo isso observado em sala de aula e nos resultados positivos com os alunos no IDE/PB 2015 100%.  EF 2ºano;
- Foi muito importante desenvolver este projeto porque a aprendizagem foi aguçada, tornando a aula mais prazerosa, estimulando a comunicação e facilitando a memorização.  EF I 3ºano;
– O projeto viabilizou a interdisciplinaridade em todas as disciplinas por meio da música – EF I 4º/A;
- A metodogologia do texto musical em sala de aula foi muito importante porque facilitou de maneira prazerosa e eficiente de se trabalhar a leitura, a escrita, a interpretação e a produção de textos.  EF I 4º/B;
- O projeto foi bastante proveitoso, os alunos participaram com mais atenção as aulas. O texto musical foi uma alternativa metodológica inovadora que despertou interesse para a leitura, escrita e produção textual. Foram trabalhados diversos textos musicais na turma – EF I -5º ano
- Foi importante o estudo da música – 1ºS1;
- Foi muito bom, pois o método de aprendizagem foi diferente – 1ºM1;
- A importância de se trabalhar a música neste projeto foi para melhoria da aprendizagem da leitura e da escrita – 2ºM1;
- O projeto incentivou a leitura e a escrita dos jovens a lerem – 2ºM2;
- O Projeto “Ler e Escrever: Instrumentos de Cidadania’ foi de extrema importância para as notas do 2º e 3º Bimestres, porém na questão da aprendizagem foi inadequadamente aplicado - 2ºS1;
- Nós aprendemos de forma mais dinâmica; serviu de interação como ponto de partida e iniciativa de melhorar a leitura e escrita – 3ºM1;
- A maior importância deste projeto foi o incentivo a leitura – 3ºS1;
- Foi gratificante porque é um conteúdo metodológico para se trabalhar com as crianças da Educação Infantil. É através do texto musical que os alunos têm mais facilidade e interesse pela leitura e escrita e um bom desempenho com as atividades. – 3º Magistério e 4º Magistério;

2.      Registre os aspectos positivos do Projeto/Culminância.

- Interesse pela leitura e escrita através do texto musical; Desenvolvimento das habilidades de  concentração, comunicação e memorização - EF 2ºano;
- O projeto foi desenvolvido e culminado com tanto sucesso que chegou mesmo a provocar emoção, quando assistimos as apresentações da culminância, a alegria dos alunos em participar de cada atividade sugerida envolvendo a leitura e a escrita – e o resultado do IDE/PB 2015: 100% - EF I 3ºano;
- A integração entre o corpo docente e discente e a construção do hino escolar – EF I 4º/A;- Envolvimento de todos que fazem parte da comunidade escolar; Exposição de trabalhos realizados em


 sala de aula; Valorização da aprendizagem e do desenvolvimento cognitivo do aluno; Incentivo ao trabalho com os futuros projetos. 4º/B EF I;
- Houve um bom relacionamento entre as crianças e os professores; muita aprendizagem na leitura, escrita, compreensão e produção de textos; Todos os alunos participaram com muita responsabilidade das atividades propostas a partir da música - EF I -5º ano;
- Resgatamos as origens da música paraibana e através dela melhorou a metodologia na sala de aula - 1ºS1;
- As danças expressaram sentimentos através da música - 1ºM1;
- Mostrar aos alunos que os professores planejaram as atividades para eles aprenderem – 2ºM1;
- O projeto abordou temas atualidade através da música para os jovens – 2ºM2;
- A parte positiva para os alunos foi não passar por avaliação para possuir notas - 2ºS1;
- A realização bem sucedida deste projeto, todos os interessados participaram – 3ªS1;
- Serviu de inspiração e ajudou o corpo docente da escola a superar tais dificuldades dos alunos – 3ºM1;
- Troca de experiências, conhecimentos sobre os conteúdos trabalhados no Projeto e apresentações artísticas e culturais e muita aprendizagem - 3ª Magistério;
4º Magistério;

3.      Fale sobre a execução dos Projetos trabalhados este ano e dê sugestões para o próximo ano:

- Todos os projetos trabalhados na escola foram fundamentais para a educação e aprendizagem dos alunos e formação/atualização do professor. Sugestão: Desenvolver um Projeto para criar uma horta na escola e retrabalhar o projeto/2013 Conservação do Patrimônio Público.  - EF 2ºano;
- A escola elaborou um leque de Projetos em 2015: foram 12 dos professores e 8 das estagiárias provocando aprendizagem a partir de metodologia dinâmica e produtiva; Sugestão: continuar trabalhando projeto como este para instigar no aluno o ato de ler e escrever - EF I 3ºano;
- Que o Projeto seja divulgado com mais antecedência - EF I/4º/A;
- Foi um pouco corrido devido às comemorações alusivas ao ‘Dia das Crianças/semana e outras datas/professor”. Sugestão: Trabalhar a PAZ e não a Violência. EF I 4º/B;
- Os projetos foram muito proveitosos porque os alunos foram estimulados a ler e escrever. Que no próximo ano continuemos a trabalhar a leitura através do texto jornalístico EF I/5º ano;
- Os projetos trabalhados foram muito bons. Sugestão para o próximo ano: Criação da Banda Marcial - 1ºM1;
- Os projetos foram muito bons, porém, deveria ter sido mais prioritários para os alunos. Sugestões: Feira de Biologia e Química; Palestra sobre sexo, drogas, gravidez na adolescência, protagonismo juvenil, feira das nações e palestras sobre o ECA - 1ºS1;
- Nos Projetos deste ano fomos sobrecarregados e colocamos as aulas, trabalhos e avaliações em segundo plano Nossa sugestão é aplicar de maneira moderada os projetos do próximo ano – 2ºS1;
- Os projetos foram muito bons. O de leitura foi fundamental para ajudar os que têm dificuldades. Sugestão: Mais aulas campo - 2ºM1;
- Foram bons porque estimulou os jovens para a leitura. Sugestão: realizar mais gincanas – 2ºM2;
- Todos os Projetos agregaram aprendizagem aos alunos - 3ªS1;
- Os projetos escolares atualmente estão ajudando a escola e motivando os alunos a criarem novos projetos para o próximo ano - 3ºM1;
-– Os projetos desenvolvidos este ano foram o de Leitura com foco no texto musical com aulas dinâmicas e prazerosas e os Projetos de Estágio/10. Sugerimos continuar trabalhando o Projeto de Leitura com o texto jornalístico e continuar a trabalhar o Projeto de conservação do Patrimônio Público – 3º Magistério;
João Pessoa, 20 de outubro de 2015

PLANEJAMENTO 03 02 2016



PLANEJAMENTO DIDÁTICO PEDAGÓGICO
03 de FEVEREIRO de 2016 – De 13 às 17h.

Pauta de trabalho – nosso lema:

“Se não existe espaço, se as dificuldades são muitas, cabe a cada um, em seu nível, trabalhar e exercer o papel de educador, não como um missionário exercendo um sacerdócio, mas como um profissional realista e consciente do seu papel, esclarecido quanto às limitações e
possibilidades que existem de se fazer educação hoje.”
(Moura, p. 8-13)

Objetivos:

1 - Avaliar as Metas e Objetivos do Projeto de Intervenção 2015;
2 - Definir as Metas, Objetivos e Estratégias de ação para 2016;
3 - Concluir as Diretrizes Pedagógicas do 1º Bimestre.

Atividades - 1º Momento: 13h
- Apresentação do Relatório do PI/2015 – Profª Zilma Andrezza;
- Comentários e encaminhamentos do corpo docente;
- Definindo as Diretrizes Pedagógicas do 1º Bimestre coletivamente/grupos de trabalho;

2º Momento: 15h30 – Intervalo/lanche coletivo.



3º Momento: 15h45min
- Apresentação das idéias dos grupos/corpo docente;
  OBS.:
- TRAGAM SEUS COMPUTADORES COM O PPP e o PI.
- A implementação do PPP e do PI acontecerá nos plantões/EPA as quartas feiras à tarde.


Coord. dos cursos Magistério, Secretariado
Profª Zilma Andrezza e Juliane Veloso

Apoio Pedagógico:
Fátima Cantalice , Heddy Lamar. Ana Furtado e Marselha de Assis

João Pessoa, 03 de Fevereiro de 2016

REGISTRO FOTOGRÁFICO
 
 Apresentação do Relatório do Projeto de Leitura 2015
                                   Definindo as temáticas dos projetos a serem executados 
                          de acordo com as necessidades detectadas após a avaliação do PPP
 Continuidade do Projeto de Leitura/Texto Jornalístico
  
Implementação dos Projetos de Ética e Cidadania e 
Conservação do Patrimônio Público
 
 Debate sobre os eixos norteadores do Projeto de Intervenção/16
 Discussão sobre a importância dos plantões, estudos e planejamentos nos EPAs
Conclusão das Diretrizes 1º Bimestre

DICAS PARA O PROFESOR



Manual do professor de sucesso - Germano Assad

É... os tempos mudaram – assim como o perfil da nova geração de alunos. É simplesmente impensável, nos dias de hoje, para um professor, limitar-se ao quadro negro e a sala de aula. A televisão, veículos segmentados e, principalmente, a Internet, propiciam uma possibilidade de acúmulo de informações jamais vista. Há alunos que chegam “afiados” na escola, e sem a menor paciência para seguir aquele plano didático tradicionalmente lento e cansativo. Na mesma medida, existem outros que não acompanham o ritmo acelerado dos primeiros. E cabe a quem, lidar de maneira sensível e eficiente com a situação? A você, professor, que também tem de mudar se quiser ser desejado pelo mercado de trabalho.
Profissão Mestre ouviu especialistas de nove grupos educacionais – todos com vários anos de casa, e que participam ativamente do processo de recrutamento e seleção da instituição, – para descobrir comportamentos e qualidades considerados primordiais na hora da contratação de um professor. Confira as dez valiosas dicas listadas a seguir, resultado dos assuntos mais abordados por eles!

1) Visão e valores da instituição
Procure conhecer a filosofia de conduta da escola para a qual se candidatou; metodologia de ensino e material didático. Se o ambiente e as idéias lhe agradam é porque há identificação. As instituições de ensino procuram se destacar no mercado oferecendo propostas novas, e o professor deve estar ciente. Carlos Dorlas, diretor geral das escolas Positivo, afirma: “Nossa expectativa é que os novos contratados estejam rapidamente integrados à filosofia da instituição e que possam contribuir, por meio de suas experiências, para transformar pensamentos em ações e sonhos em realidades.” Adaptação, neste caso, é tudo. O aspirante deve se mostrar flexível a mudanças. O psicopedagogo Marcos Meier, diretor geral do Grupo Martinus, dá uma amostra da postura da escola em relação a seus profissionais: “Procuramos formar nossos professores nas semanas pedagógicas refletindo com eles os princípios que nos norteiam. Além disso, nas reuniões pedagógicas há espaço para que se questione a postura da escola em relação às questões mais práticas.” Portanto, esteja sempre preparado para abrir mão de velhas convicções.

2) Imagem de credibilidade do profissional
Transmita uma imagem de competência e confiabilidade. O professor é, para seus alunos, um espelho da sociedade. Para os pais e a comunidade, é um reflexo da instituição. Demonstração de ética profissional é fundamental. “A gente espera que o pretendente a uma vaga seja, em primeiro lugar, ético o suficiente para não denegrir a imagem da escola onde está atualmente”, revela Meier.
Porém, não abra mão de suas características. As escolas se interessam por profissionais variados, e simular um perfil que você julga mais adequado apenas demonstrará falta de personalidade. “A gente, obviamente, procura e quer que exista uma diversidade de professores na escola. Tanto na forma de pensar, em termos de ideologia, como também na postura”, diz Jacir Venturi, diretor do Colégio Unificado.

3) A experiência de um professor é sua melhor testemunha
Experiências bem-sucedidas em trabalhos anteriores são muito importantes para mostrar o que você pode oferecer à instituição. Inovação é tudo. Não basta ter lecionado durante vários anos se você nunca deixou de seguir a cartilha em alguns momentos. “O que a gente quer é que o professor tenha a capacidade de inovação, criatividade e adaptação. Um professor que esteja à frente do seu tempo”, revela Gleyds Silva Domingues, diretora de ensino do Colégio OPET. “Não que uma pessoa sem experiência não possa ter chances, mas a experiência e a formação podem te dar algumas pistas de como esse professor pensa a educação”, complementa Eloísa Ponzio, diretora de formação contínua e eventos do Grupo Pueri Domus.

A inovação e criatividade entram neste mesmo quesito, de experiência, de acordo com a opinião de Alberto Francisco do Nascimento, coordenador de vestibular do Anglo. “Os docentes têm toda a liberdade para inovar, para sair da sala de aula, fazer algo diferente. Tem professor que gosta de usar power point, de fazer demonstrações em sala, para tudo isso eles tem nosso respaldo. Não precisam ficar só na aula teórica, apesar do vestibular não exigir nenhum exame prático”, exemplifica.

4) Domínio pleno na sua área
O mercado está cada vez mais segmentado. Por isso, é imprescindível que você domine amplamente o conteúdo que pretende lecionar. E tão importante quanto conhecer a matéria é saber transmiti-la aos alunos. Élio Mega, coordenador do Curso Etapa, exige que o profissional, além de dominar o assunto, seja, também, um bom comunicador. "Acima de tudo, o professor deve mostrar que seus alunos estão aprendendo com a sua didática, e que estão apreciando seu trabalho", diz. Alberto, do Anglo, faz coro: "Muitas vezes, a pessoa pode ter um conhecimento vasto, mas não tem aquele dom pra ser professor, não consegue transmitir o conteúdo de maneira eficiente. Ou, às vezes, ele pode até ter o dom, a didática, mas ele não tem aquele domínio que desejamos sobre o conteúdo."
Walter Castelli Jr., diretor pedagógico do Sistema Integral de Ensino vai ainda mais longe. "O candidato deve dar igual atenção aos três componentes principais da profissão de professor: a gestão da informação, que compreende o domínio de conteúdos específicos e de metodologias de transposição didática, a gestão de relacionamento humano e a autogestão, que compreende a capacidade do professor de se manter em harmonia consigo mesmo para fazer bem o seu trabalho."

5) Ser professor é mais que uma profissão
A educação acompanha o profissional 24 horas por dia. Portanto, não deixe dúvidas de que escolheu a profissão certa! É preciso amar o que faz e educar com entusiasmo. "Para nós é fundamental a garra, a vontade de trabalhar com o jovem. Analisamos muito isso. É fundamental ter “clima”, ter gosto pela profissão", ressalta Jacir Venturi. No Opet, a procura é por profissionais que trabalhem com as questões de valores, que tenham um bom exercício de cidadania. "O que a gente quer é um profissional que esteja à frente do seu tempo", reforça Gleyds Silva. "É necessário que nele se manifeste alegria e satisfação por estar no trabalho; o prazer do relacionamento com os alunos e colegas no trabalho, a construção do conhecimento", resume Castelli.
Outro aspecto interessante é a responsabilidade social que, hoje, é uma tendência do mercado. Quando falamos em educação, ela torna-se ainda mais indispensável. "O educador precisa ser socialmente responsável, no que diz respeito a cidadania, meio ambiente e outras vertentes da sociedade. Precisa, ainda, envolver os alunos com estas questões", diz Élio Mega, do Etapa.

6) Eterno aprendiz
O mundo está mudando cada vez mais rápido e, junto com ele, as crianças e adolescentes. Se você resolver “estacionar”, estará obsoleto em pouco tempo. Humildade para reconhecer os pontos pouco desenvolvidos é algo bem valorizado. Mas a disposição para treiná-los é ainda mais. “A questão da formação contínua é uma demanda não só da área educacional, mas do mercado como um todo. E quando a gente fala de professor, isso fica ainda mais destacado, porque lidamos com a formação de crianças e de jovens. E eles, rapidamente, acompanham os ritmos de mudança, incorporam novas formas de aprender, de estudar, enfim, novas tecnologias”, reitera Eloísa, do Pueri Domus.

Cursos oferecidos pela própria escola, congressos, seminários, reciclagens, tudo é válido. Além do aperfeiçoamento e atualização profissional, seu networking é trabalhado naturalmente, o que lhe abra a mente para novos conceitos e tendências.

7) Bagagem
Boa cultura geral é indispensável. Experiência de vida e conhecimento de causa, além de conquistar o respeito dos alunos e da instituição, fornece instrumentos para exercitar a interdisciplinaridade. “A formação cultural do educador é muito importante. Para um professor ser um profissional bacana é legal que ele assista a filmes, leia livros, esteja por dentro das coisas, tenha uma vivência cultural. Que ele conheça poesia, leve até a sala de aula um livro, debata com os alunos um filme. Não é uma formação técnica, isolada. É formação pessoal para professores de qualquer área”, explica Eloísa. Afinal de contas, como esperar do aluno admiração por uma pessoa que domina as fórmulas e equações mais complexas, mas, em contrapartida, não conhece absolutamente nada de cinema, teatro, literatura, dança, ou cultura em geral?

8) Trabalho em equipe
Não
se aconchegue no conforto de sua sala de aula, isolando-se dos outros professores e demais profissionais. A troca de experiências é fundamental para um retorno positivo. Não esqueça! Seus colegas conhecem os alunos tanto quanto você. Marcos Meier, do Martinus, afirma que “procura pessoas que saibam se relacionar e trabalhar em equipe e que não tenham resistências para fazer as interações com as outras áreas do conhecimento nem com os outros profissionais da escola”. Segundo ele, “um professor que tenha dificuldade de se relacionar, fundamentalista em relação a questões políticas, religiosas ou filosóficas, acaba dando mais valor a teorias ou sistemas do que a pessoas.”
Sugestões e novas idéias são sempre bem-vindas, quando acompanhadas de humildade. “Não gostamos muito quando o profissional tem uma postura prepotente, porque isso vai, sem dúvidas, dificultar a integração com o grupo. Uma característica muito importante é a de entrar em uma equipe formada e se integrar, saber trabalhar em equipe na hora do desenvolvimento de projetos e atividades, reforça Arnaldo William Pinto, diretor pedagógico do COC.

9) Não se atenha aos meios convencionais

Tenha uma visão de 360º ao procurar uma colocação. Devido ao excesso de profissionais no mercado, as instituições de ensino anunciam cada vez menos em jornal. “Certa vez nós anunciamos no jornal que precisávamos de dois professores de Português. Nós tivemos 115 candidatos. Aí vem todo esse processo seletivo que se torna extremamente trabalhoso, pois acabamos nos perdendo pelo excesso de gente”, relata Jacir Venturi.
Os currículos ainda são a principal forma de contato inicial entre professor e escola, com poder decisivo de escolha. Portanto, não abandone totalmente esses meios, mas fique sempre antenado para indicações. “Quando precisamos de um professor de Química, por exemplo, nós vamos até os professores de Química da escola para ver se tem alguém para indicar, porque, geralmente, eles dão aula em mais de uma escola e conhecem muitos outros professores. Esse critério tem um valor extraordinário”, complementa Jacir.

10) O professor na era digital
Você não precisa ser um expert da informática, ou um aficionado por Internet. Mas alguma facilidade com as novas tecnologias do mercado ajudam, e muito. Várias escolas dispõem, hoje, de plantões 24 horas para sanar dúvidas dos alunos, pela Internet. Ou, então, de lousas digitais, canhões multimídia, retroprojetores e aí por diante. “Uma característica importante, e que é pré-requisito para nós, é a de o candidato ter um bom trânsito com os recursos digitais em geral.
Ele não precisa estar preparado para trabalhar exatamente com o recurso que nós utilizamos em nossa escola, mas ele também não pode ser um analfabeto digital. Tem que ter alguma formação, tem que ser uma pessoa que conecte freqüentemente a Internet, para poder estar em sintonia com o que esta acontecendo no mundo e, principalmente, na área dele. Isso é muito importante”, explica o diretor pedagógico do COC. Se tecnologia não é o seu forte vale a persistência, humildade e disciplina para incorporá-la ao seu cotidiano de trabalho!