quarta-feira, 2 de julho de 2014

REGISTRANDO ATIVIDADES...CURRÍCULO DO ENSINO MÉDIO, SEUS SUJEITOS E O DESAFIO DA FORMAÇÃO HUMANA INTEGRAL

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO”
SisMédio 2014
 CADERNO III - ATIVIDADE COLETIVA

- Reflexão e ação

A discussão entre a relação trabalho, ciência e cultura no currículo do ensino médio, acerca da realidade dessa etapa da educação básica em nosso País.
Entre os sérios problemas de identidade e de sentido do ensino médio brasileiro, dois assumem centralidade: sua própria concepção e os princípios que a norteiam; e o deficiente financiamento público. Em torno deles, aglutinam-se outros não menos significativos, enraizados em múltiplos campos: deficiências do projeto político-pedagógico e da organização curricular das escolas; falta de um efetivo regime de mútua cooperação entre as esferas de governo e as redes públicas de ensino no que respeita à disponibilização dessa etapa educacional; déficit quantitativo e qualitativo do quadro de profissionais da educação; lacunas na formação inicial e continuada desses profissionais; insuficiência da infraestrutura física das escolas ― prédios, salas de aula, laboratórios, bibliotecas, espaços destinados a atividades educativas de cunho artístico-cultural e desportivo.

Diante do quadro brevemente delineado acima, pareceria inadequado discutir as relações entre trabalho, ciência e cultura de forma descolada de sua problemática mais ampla. Não obstante, nossa análise estará centrada na concepção do ensino médio, pois aí residem os vínculos e inter-relações entre os eixos estruturantes do currículo dessa etapa da educação básica: trabalho, ciência e cultura.

A intenção não é apresentar uma proposta fechada, mas contribuir para o debate político e teórico-metodológico da problemática do ensino médio. E ainda sugerir caminhos para que essa etapa de escolarização seja orientada para a formação de cidadãos capazes não apenas de compreender a realidade social, econômica, política, cultural e do mundo do trabalho, mas também de nela inserir-se e atuar, técnica e politicamente, de modo competente e ético.

Assim, a partir da mesma base unitária de ‘trabalho’, ‘ciência e tecnologia’ e ‘cultura’ como eixos estruturantes, abrem-se três possibilidades baseadas em três contextos específicos para o ensino médio: uma que considere o trabalho como contexto da formação, daí resultando o ensino médio integrado aos cursos técnicos de nível médio; outra que considere ciência e tecnologia como contexto de formação, resultando em iniciação científica e tecnológica; e uma terceira que considere a cultura como contexto de formação, resultando na ampliação da formação cultura.
  
A educação é direito de todos e dever do estado. É, pois, importante ratificar a possibilidade de que a proposta em discussão contribua concretamente não só para a construção da identidade do ensino médio brasileiro, mas também para que essa etapa educacional assuma um sentido importante para adolescentes, jovens e adultos, independentemente de suas origens socioeconômicas.

CURSISTAS/1º Grupo :
Anália Albuquerque
Guilherme Antonio
Glória Pontes
Juliane Veloso
Neomisia Pires
Zélia de Souza

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/ Sis Médio 2014
CADERNO III- ATIVIDADE COLETIVA III

TEMATICA:
                          Função do Ensino Médio no marco legal

A Lei 9.394 que define a finalidades para a formação básica do educando assegurando-lhe:
- Formação comum indispensável para o exercício da cidadania
- Fornece-lhe meios para progredir no trabalho e estudos posteriores.

          Para Cury (2007, p. 171) resulta dai que a Educação Infantil, é a base da educação básica, o Ensino Fundamental é o seu tronco e o Ensino Médio responsável pelo seu acabamento, e é de uma visão do todo como base que se pode ter uma visão consequente das partes.
        Do ponto deste autor no aspecto legal o ensino médio não é nem porta para a Educação Superior e nem chave para o mercado de trabalho embora, seja requisito tanto para agraduação superior quanto para profissionalização técnica.

As finalidades legais do Ensino Médio definem a identidade da escola no âmbito de quatro indissociáveis funções, a saber:
- consolidações dos conhecimentos anteriormente adquiridos;
- preparação do cidadão para o trabalho;
- implementação da autonomia intelectual e da formação ética;
- compreensão da relação da teoria e pratica.

 Diante do exposto a escola do ensino médio deve levantar discussões e criticas sobre essa identidade definida legalmente, e perguntar sobre questões que diz respeito ao que realmente a escola persegue com maior ou menor intensidade.
Responder a essa questão não parece ser nada fácil, por outro lado, subtende-se que não é fácil para a escola publica saber quais desta finalidades deverá ser a mais significativa para promover a emancipação do sujeito aprendiz, não é tão simples o quanto aparenta, visto que são poucas as condições oferecidas, no contexto educacional brasileiro para desenvolver todas as finalidades definidas para tal etapa.
É preciso que a escola conduza sua singularidade expressiva, de modo analítico, para poder então a partir desta, compreender o seu universo, e daiser capaz de definir suas finalidades especificas, que darão suporte para a elaboração dos objetivos educativos. Porquanto, deve-se atentar principalmente para não se distanciar das finalidades legais prevista na LDB.
Esse entendimento conduz a refletir sobre a construção ou reelaboração do PPP, visto que, só ele é capaz de definir em princípios específicos de cada escola, para a elaboraçãodas finalidades a ser perseguidas..
Ate porque o projeto político-pedagógico é quem expressa e caracteriza a realidadeexistencial da escola sobre a sua dimensão educacional, por isto, nenhuma escola é igual a outra, cada uma é responsável pela construção de sua identidade, mediante a definição das suas finalidades. 
Para a realização deste, deve-se considerar que no decorrer do processo pedagógico, é indispensável o envolvimento de todos os atores da unidade de ensino, de modo participativo e dialogal, para então poder ser uma escola autônoma nos aspectos: administrativo, pedagógico e financeiro, .

2º GRUPO - CURSISTAS:
- Gilberto Alexandrino Filho
- Lecy Walda Rodrigues Leal
- Maria Jose dos Anjos Lima
- Márcia Lustosa Felix Guedes
- Marcos Antônio Patrício Leite

João Pessoa 03 de junho de 2014.

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/ Sis Médio 2014
CADERNO III- ATIVIDADE COLETIVA III

    
3º Grupo - Ler e analisar as DCNEM (Resolução CNE/CEB 02/2012) e, organizar uma roda de conversa com a equipe docente. Sistematizar as proposições que mais geraram debate – a que você atribuiu que tenha sido essas as questões mais polêmicas?

Lendo e analisando a Resolução CNE/CEB 02/2012, o que mais gerou polemicas no grupo após as discussões foram os seguintes artigos:

Artigo 4º

 I - a consolidação e o aprofundamento dos conhecimentos adquiridos no Ensino Fundamental, possibilitando o prosseguimento de estudos.


 IV - a compreensão dos fundamentos científico-tecnológicos dos processos produtivos, relacionando a teoria com a prática.


 Artigo 5º
O Ensino Médio em todas as suas formas de oferta e organização, baseia-se em:

I - formação integral do estudante;

II - trabalho e pesquisa como princípios educativos e pedagógicos, respectivamente;

 III - educação em direitos humanos como princípio nacional norteador;

IV - sustentabilidade ambiental como meta universal;

V – Indissociabilidade entre educação e prática social, considerando-se a historicidade dos conhecimentos e dos sujeitos do processo educativo, bem como entre teoria e prática no processo de ensino-aprendizagem;

VI - integração de conhecimentos gerais e, quando for o caso, técnico-profissionais realizada na perspectiva da interdisciplinaridade e da contextualização;


VII - reconhecimento e aceitação da diversidade e da realidade concreta dos sujeitos do processo educativo, das formas de produção, dos processos de trabalho e das culturas a eles subjacentes;
VIII - integração entre educação e as dimensões do trabalho, da ciência, da tecnologia e da cultura como base da proposta e do desenvolvimento curricular.

Artigo 6º articulando vivências e saberes dos estudantes e contribuindo para o desenvolvimento de suas identidades e condições cognitivas e sócio afetivas.

Artigo 10   Em decorrência de legislação específica, são obrigatórios:

II - Com tratamento transversal e integradamente, permeando todo o currículo, no âmbito dos demais componentes curriculares:

      a) educação alimentar e nutricional (Lei nº 11.947/2009, que dispõe sobre o atendimento da alimentação escolar e do Programa Dinheiro Direto na Escola aos alunos da Educação Básica);
     b) processo de envelhecimento, respeito e valorização do idoso, de forma a eliminar o preconceito e a produzir conhecimentos sobre a matéria (Lei nº 10.741/2003, que dispõe sobre o Estatuto do Idoso);

Artigo 14.

O Ensino Médio, etapa final da Educação Básica, concebida como conjunto orgânico, sequencial e articulado, deve assegurar sua função formativa para todos os estudantes, sejam adolescentes, jovens ou adultos, atendendo, mediante diferentes formas de oferta e organização:

I - o Ensino Médio pode organizar-se em tempos escolares no formato de séries anuais, períodos semestrais, ciclos, módulos, alternância regular de períodos de estudos, grupos não seriados, com base na idade, na competência e em outros critérios, ou por forma diversa de organização, sempre que o interesse do processo de aprendizagem assim o recomendar;

                                                                  3º Grupo - CURSISTAS:
 ANA M\RIA DA SILVA MONTEIRO
ANA MARIA FURTADO RODRIGUES
ÍSTRIA MARIA ALVES DE LEMOS
NEREIDE FERREIRA DE SOUSA
RENATA GARNIER ARAGÃO RODRIGUES

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/ Sis Médio 2014
CADERNO III- ATIVIDADE COLETIVA III

AS FINALIDADES DA EDUCAÇÃO BÁSICA

            A finalidade a que a educação se propõe, é oferecer ao jovem aluno de ensino médio  educação de qualidade que garanta a sua formação humana integral.
            Para que aconteça formação humana integral, o processo educativo deve estar articulado às dimensões do mundo do trabalho, da ciência, da tecnologia e da cultura.
            A educação que acontece na escola pouco corresponde aos propósitos da educação básica, o que existe é um conjunto de disciplina que estão na proposta de matriz curricular, não fragmentadas isoladas, hierarquizadas e, o plano de curso das disciplinas não foge a regra, o currículo com suas definições e conceitos pouco ou quase nada tem de relação com o campo prático.
            Em suma existe dissociação do que formulamos teoricamente e o mundo real, experimentando do aluno. Essa realidade permeia todas as disciplinas da formação básica dos alunos, ficando comprometida a interação curricular, e o propósito de formação dos alunos jovem do ensino médio, atendendo às dimensões do mundo da ciência, do trabalho, da tecnologia e da cultura.
            Para a história não diferente porque o problema é estrutural, de conjunto. Dividimos os mesmos problemas e necessidades, fazemos esforços para que concepções formuladas tornem-se realidade, mas não fácil porque são inúmeras as dificuldades.
            Persistimos no intuito de possibilitar aos alunos de ensino médio conhecimento escolar, baseado nas experiências vividas e na capacidade de estabelecer novas correlações de ideias, com saberes que antes não existiam,
            Essa articulação entre o conhecimento escolar e os saberes de fora da escola é atribuição de todas as disciplinas, reserva-se à história uma contribuição fundamental, tendo em vista a formação de um aluno jovem com automia intectual e moral.
 Tentamos!                                                                                                                                                                                                                            
Texto - Prof. Tedjane e Genivaldo
Em relação à matemática podemos constatar que as dificuldades encontradas não são diferentes das demais disciplinas do currículo básico. O que se sabe é que ela é de grande importância para a formação do educando e sua aplicação no dia a dia e na formação do cidadão. Os pilares que sustetam essa disciplina (matemática) estão associados as operações fundamentais e a resolução de problemas, pilares esses que todo aluno deve estudar, aprender e superar a enfrentar os desafios que estão sempre presentes em nosso caminho.

Texto - Prof. Ivaldo
Em realação a disciplina de língua portuguesa, podemos constatar que as dificuldades encontradas não são diferentes das demais disciplinas do currículo básico. O que se sabe é que ela é importante para a formação do educando e sua aplicação no dia a dia e formação do cidadão.  
Procuro apresentar textos e temas propostos com a finalidade de alunos praticarem a oralidade e a produção textual associando a um bom conhecimento de gramática para que assim, esses alunos estejam preparados para os desafios de concursos, mercado de trabalho, ingresso na universidade.

Cursistas: 4º Grupo
Prof. Edinaldo
Prof. Ivaldo Pessoa
Prof. Genivaldo
Prof. Tedjanes
Prof. Síndio








REGISTRO DE ATIVIDADES...O JOVEM COMO SUJEITO DO ENSINO MÉDIO

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENINO MÉDIO/ Sis Médio 2014
CADERNO II - ATIVIDADE COLETIVA
CONSTRUINDO UMA NOÇÃO DE JUVENTUDE

O texto enfoca para a necessidade de nos dias atuais, que a escola pública brasileira, trabalhe principalmente, no que se refere ao ensino, e ao trabalho do docente, a competência de viver e conviver com o jovem.o
Para isto, requer esforço e dedicação por parte do professor, com o intuito de entender e compreender o universo integral do aluno, que se encontra nesta fase da vida em pleno processo de construção, e que: segundo o autor do texto, essa compreensão seguida do seu desempenho, favorecera para a construção da identidade juvenil, de modo autônomo.
Para tanto, neste universo em construção deve-se perceber a existência de três dimensões que são inerentes tanto na construção da identidade do jovem, quanto na formação existencial de todo ser humano. E que embora muitas vezes elas são ignoradas e desprezadas pelo fato de total desconhecimento do seu real valor. Essas dimensões tão importantes tratam dos aspectos: social, cultural e afetivo de todos. Considera-se que ao trabalha-los emergira um legue de possibilidade a ser trabalhada no decorrer do dia a dia da aula do professor, e subtende-se que tal postura fará toda a diferença na concretização cotidiana da sua pratica pedagógica, no sentido da melhoria do ensino.
Mediante esta pratica, para o autor: trabalhar o universo do jovem, estudante, e acima de tudo trazer,trazer para si o dialogo como possibilidade de resgatar para o texto escolar, a experiência cotidiana do jovem e que por meio destas, certamente, o ajudará a entender e a desenvolver de modo pleno a sua identidade.
Grupo I - CURSISTAS:
- Gilberto Alexandrino Filho
- Lecy Walda Rodrigues Leal
- Maria Jose dos Anjos Lima
- Márcia Lustosa Felix Guedes
- Marcos Antônio Patrício Leite


FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO/ Sis Médio 2014
CADERNO II- ATIVIDADE COLETIVA II

GRUPO II – Fazer um registro fotográfico ou videográfico do diálogo com os alunos a partir da orientação da atividade.
REFLEXÃO E AÇÃO
As pesquisas apontam que uma das coisas que os jovens mais fazem na internet é conversar.
·        E que tal propor um diálogo com os estudantes na escola sobre as conversas na internet?
·        Será que o que se conversa pela internet tem menos valor ou importância do que aquilo que se diz presencialmente?
·        O que os jovens de sua escola diriam?
·        Vamos tentar este papo como um exercício de aproximação com os estudantes?
Entrevistando os alunos da nossa escola sobre as reflexões abordadas no texto do caderno II, “O jovem como sujeito do ensino médio” e de acordo com as pesquisas, onde apontam que uma das coisas que os jovens mais fazem na internet é conversar. Entrevistando os mesmos, vimos que a maioria além de utilizar a internet para se comunicar com os colegas, utilizam também para realizar trabalhos escolares, e nas redes sociais postar fotos, paquerar, saber das novidades do dia a dia, reportagens e dicas de beleza.
Apesar de utilizarem bastante a internet para se comunicar com as pessoas as maiorias deles, ainda acham mais importante a conversa pessoalmente, alegando então que muitas vezes não olhando nos olhos, não traz segurança e não passa sentimentos de confiança no que estão dizendo.
Portanto apesar de fazer uso das mídias digitais em vários aspectos, percebemos que a relação interpessoal ainda é a melhor maneira de comunicação entre os jovens de nossa comunidade escolar.
Grupo II - CURSISTAS:
ANA M\RIA DA SILVA MONTEIRO
ANA MARIA FURTADO RODRIGUES
ÍSTRIA MARIA ALVES DE LEMOS
NEREIDE FERREIRA DE SOUSA
RENATA GARNIER ARAGÃO RODRIGUES

“FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO”
SisMédio 2014
Caderno II - ATIVIDADE II

Atividade Pág. 29/30 - Sugestão: Fazer um registro fotográfico ou videográfico do diálogo com os alunos a partir da orientação da atividade;

- Reflexão e ação

E nós, professores e professoras, como podemos ser parceiros e o construtores de projetos para o futuro dos jovens e das jovens estudantes? Que tal buscarmos estratégias metodológicas para que os estudantes falem de si no presente e de seus projetos de vida futura? Uma troca de correspondência entre os estudantes com a mediação docente pode abrir a possibilidade para o diálogo sobre as expectativas juvenis frente a vida. Da mesma forma, e pensando no presente de muitos jovens trabalhadores, tente também saber: quantos estudantes trabalham em suas turmas; que trabalho realizam; quais trabalhos já fizeram; sob quais condições; se foram feitos com segurança e proteção ou em condições de exploração e desproteção. Seus estudantes têm consciência de seus direitos de trabalhadores e trabalhadoras? Não trabalham, mas pensam em trabalhar ainda durante o tempo de escola? Que tal abrir um diálogo com eles sobre essas e outras questões?

- RELATÓRIO:
           
            A atividade foi realizada com os alunos das turmas 1º Secretariado, 2º Médio e 3º Magistério, através do questionário citado acima nas salas de aulas, onde cada aluno respondeu o mesmo, o estudo mostra que os alunos do Médio ainda não possuem trabalho e não tem perspectiva para escolher uma profissão, alguns sugeriram que os professores ajudassem nessa escolha.  
            No curso de Secretariado também muitos não possuíam empregos, mais viam na formação uma perspectiva.
            Já no Magistério maioria dos estudantes possuíam empregos na área de sua formação, mais buscam melhorias na sua carreira.  
            De 25 alunos do Médio – 02 trabalham
De 30 alunos do Secretariado – 03 trabalham
De 14 alunos do Magistério – 11 trabalham 

Grupo  III - CURSISTAS:
Anália Albuquerque
Glória Pontes
Guilherme Antonio
Juliane Veloso
Neomisia Pires
Zélia de Souza

FORMAÇÃO DE PROFESORES DO ENSINO MÉDIO
CADERNO II - ATIVIDADE COLETIVA

IVº Grupo: Atividade pág 60. Sugestão: Elaborar uma carta aos jovens da nossa escola e após apresentá-los, postar no face book e no blog da escola para socialização.

CARTA ABERTA A NOSSA JUVENTUDE

                   Prezados Jovens do Ensino Médio.

                   Hoje, um grupo de professores conversando informalmente sobre a juventude do nosso país pensou também em vocês juventude de nossa escola, com a qual passamos boas horas do nosso tempo.
                   Vocês não são diferentes dos outros jovens do Brasil, até porque ser jovem aqui, não é diferente do ser jovem só outro lado da fronteira, a juventude guarda traços comuns independente de tempo e lugar: irreverência, astúcia, ousadia, espírito de aventura, etc; a lista de adjetivos poderia ser longa para caracterizá-los.
                   Às vezes vocês fazem coisas que são surpreendentes e sem demagogia nos causam um pouco de ciúmes, mas é a vida e como diz o poeta popular Zeca Pagodinho: “deixa a vida me levar vida leva eu”.
                   No espaço e tempo de convivência entre professores e alunos presenciamos algumas manifestações de incivilidade, mas que não são suficientes para ofuscar atos relevantes praticados pela maioria e, como vivemos numa democracia, costuma-se dizer que vence a maioria. Então vocês venceram, parabéns!
                   Venceram, quando saíram de casa para ir à escola determinados a assimilar novos conhecimentos e socializar experiências adquiridas com professores e colegas.
                   Venceram quando não se negaram a fazer as tarefas solicitadas pelos professores em sala de aula; quando convidamos não fugiram à participar das atividades da escola.
                   Venceram quando corajosamente saíram às ruas para exigir das autoridades o passe livre nos ônibus, segurança nas escolas, e, particularmente, quando bravamente foram as ruas e praças por uma causa tipicamente nossa: o reinício da reforma da escola.
                   Parabéns jovens, por tudo de positivo que vocês fazem. Sonhar, fantasiar faz parte das nossas vidas e, principalmente do processo de formação de vocês. Acreditamos na força da juventude, da moçada, da rapaziada.

                   Como diz Gonzaguinha:

                   Eu acredito
                   É na rapaziada
                   Que segue em frente
                   E segura o rojão
                   ........................................
                   Eu vou no bloco
                   Dessa mocidade
                   Que não tá na saudade
                   E constrói
                   A manhã desejada...
Grupo IV:
Prof. Edinaldo Barros
Prof. Ivaldo Pessoa,
Prof. Genivaldo Figueiredo,
Prof. Síndio Figueiredo,
Prof. Tedjanes Ribeiro.


Formação continuada do Ensino Médio


















“FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO”
6º ENCONTRO/SisMédio 2014
03/06/2014 - CH: 3h/a das 15h30min às 18h30min
 Pauta de trabalho:Objetivos: 
1 - Motivar a equipe docente para a Formação Continuada do SisMédio/2014;
2. Discutir dialeticamente os tópicos de conteúdo Caderno III “O currículo do Ensino Médio, seus sujeitos e o desafio da formação humana e integral”;
2. Socializar as atividades coletivas do Caderno III;
4. Lembrar a leitura do Caderno IV, em casa, para a discussão e realização das atividades dia 10/05/14.
   ATIVIDADES
 1º Momento: Acolhimento/sensibilização:
- Dinâmica Musical: Reencontro;
- Bingo “SisMédio”                       

2º Momento:
- Discussão dialética dos tópicos de conteúdo Caderno III; 

3º Momento: - Intervalo (15min.) 
  - Apresentação/socialização das atividades coletivas do Caderno III: 
1º Grupo: O currículo do Ensino Médio, seus sujeitos e o desafio da formação humana e integral” Currículo X Relação com o mundo do trabalho, da ciência, da tecnologia e da cultura - pag. 17; 
2º Grupo: Analise das DCNEM (Parecer CNE/CEB 05/12) - roda de conversa com a equipe docente; Sistematização das proposições que mais geraram debate e polêmicas. Pag. 27; 
3º Grupo: Analisar das DCNEM (Resolução CNE/CEB 02/2012) - roda de conversa com a equipe docente; - Sistematização das proposições que mais geraram debate e polêmicas. Pag. 27; 
4º Grupo: Finalidades da Educação Básica pag. 34 e 35 X Análise do PPP e da Proposta Curricular (Obs. não temos uma Proposta Curricular, só os Planos de Cursos das disciplinas) - Análise dos Planos da/s Disciplina/s; (Currículo proposto X Currículo oculto X Currículo em ação).

Maria Zilma A. dos Santos/OE

João Pessoa, 03/06/2014

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Registro fotográfico do 5º encontro SisMédio


















5º Encontro do SisMédio

EEEFMPP Maria do Carmo de Miranda
“FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO”
5º ENCONTRO/SisMédio 2014
27/05/2014 - CH: 3h/a das 15h30min às 18h30min
Pauta de trabalho: OBJETIVOS:
1 - Motivar a equipe docente para a Formação Continuada do SisMédio/2014;
2. Socializar as atividades coletivas do Caderno II: “O Jovem como Sujeito do Ensino Médio”;
3. Apresentar os tópicos de conteúdos do Caderno III: “O currículo do Ensino Médio, seus sujeitos e o desafio da formação humana e integral”;
4. Orientar o estudo dirigido e as atividades coletivas e individuais.
                                        ATIVIDADES:  
1º Momento: Acolhimento/sensibilização:
- Mensagem reflexiva de acolhimento/Luckesi;
- Dinâmica “Foto, linguagem comunicação” - fortalecimento pelo pacto de amizade e conhecimento da equipe docente.

2º Momento:
- Apresentação/socialização das atividades coletivas do Caderno II: “O Jovem como Sujeito do Ensino Médio” 4/grupos de trabalho;
- Breve comentário sobre os documentários/vídeos sugeridos no caderno II/youtube.
                                      
3º Momento: - Intervalo (15 min.)
- Apresentação dos tópicos de conteúdos do Caderno III

- Orientação para estudo e atividade coletiva:
1º Grupo: O currículo do Ensino Médio, seus sujeitos e o desafio da formação humana e integral” Currículo X Relação com o mundo do trabalho, da ciência, da tecnologia e da cultura - pag. 17;

2º Grupo: Ler e analisar as DCNEM (Parecer CNE/CEB 05/12) e, - Organizar uma roda de conversa com a equipe docente; - Sistematizar as proposições que mais geraram debate - a que você atribuiu que tenha sido essas as questões mais polêmicas? pag. 27;

3º Grupo: Ler e analisar as DCNEM (Resolução CNE/CEB 02/2012) e, - Organizar uma roda de conversa com a equipe docente; - Sistematizar as proposições que mais geraram debate - a que você atribuiu que tenha sido essas as questões mais polêmicas?
pag. 27;

4º Grupo: Finalidades da Educação Básica pag. 34 e 35;

- Orientação para Atividade individual: pag. 43 e 44.
Obs. - Analisar:
PPP X Proposta Curricular;
Matriz Curricular - Planos da/s Disciplina/s;
Plano de Curso da Discip (Currículo proposto X Currículo oculto X Currículo em ação)
Maria Zilma A. dos Santos/OE

João Pessoa, 27/05/2014